Amo-te noite
Calma i motim da minha razão
Tranquilidade daquela ribeira inquieta que vive em mim
Amo-te noite
Que tu me escolhas a rainha do silêncio
Dona daqueles cantos escuros que iluminam para dentro de mim
Em um galope inerte, pisando em poços de delírios, escolhidos
Jogando-me em limbos da lembrança
Amo-te noite
Minha aliada, minha amada, dona desta minha alma aberta
Minha canção que é o aprendiz do meu viver
Inês
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