dilluns, 20 d’agost del 2018

A calma

Sonho a calma que se volta tempestade
Quando as tuas belas palavras se perdem no mar azul
Elas se perdem naquele mar azul selvagem, eu fecho os olhos e não são
Oh! Elas se tornam palavras estranhas em um sonho movido
Onde as palavras são ferozes e selvagens
Eu não sei se sonho, mas eu apanho os discos ordenados
Eu não sei se sonho, mas antes eu prefiro morrer que desvelar-me
Do ligame dos teus poemas

Amantes da vida
Amantes do sol
Amantes da noite
Amante da tua poesia
Te escutarei
Te seguirei
E te estimo toda a minha vida

Merci  soleil

Inês

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