A calma
Sonho a
calma que se volta tempestade
Quando
as tuas belas palavras se perdem no mar azul
Elas se
perdem naquele mar azul selvagem, eu fecho os olhos e não são
Oh!
Elas se tornam palavras estranhas em um sonho movido
Onde as
palavras são ferozes e selvagens
Eu não
sei se sonho, mas eu apanho os discos ordenados
Eu não
sei se sonho, mas antes eu prefiro morrer que desvelar-me
Do
ligame dos teus poemas
Amantes
da vida
Amantes
do sol
Amantes
da noite
Amante
da tua poesia
Te
escutarei
Te
seguirei
E te
estimo toda a minha vida
Merci soleil
Inês